sábado, 24 de outubro de 2015

Paquistão das paixões;
Ideias de serviços postados;
Seriam todos inferiores ao meu sentimento por ela. Naquele momento que me tornava torno de mim mesmo;
Revirava meus princípios sem fim e avaliava a quantidade de dias que teria vivido para qual finalidade;

Tudo isso me dava uma sensação de atropelado pelo nosso desejo de continuar...Paquistão das paixões;
Ideias de serviços postados;
Seriam todos inferiores ao meu sentimento por ela. Naquele momento que me tornava torno de mim mesmo;
Revirava meus princípios sem fim e avaliava a quantidade de dias que teria vivido para qual finalidade;
Tudo isso me dava uma sensação de atropelado pelo nosso desejo de continuar...Paquistão das paixões;
Ideias de serviços postados;
Seriam todos inferiores ao meu sentimento por ela. Naquele momento que me tornava torno de mim mesmo;
Revirava meus princípios sem fim e avaliava a quantidade de dias que teria vivido para qual finalidade;
Tudo isso me dava uma sensação de atropelado pelo nosso desejo de continuar...

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Planeta dos Macacos: O Confronto


Cesar (primeiro macaco “racional”, do primeiro filme) domina uma tribo de macacos na periferia de São Francisco arrasada.
Cesar tem uma família e apesar do pouco tempo de cultura humana, já considera essa estrutura fundamental e a defende, fazendo concessões aos humanos para poder preserva-la.
Cesar – em uma cena – reivindica ao humano que o espaço que ele ocupara, na cena, era a sua casa. Sua propriedade.
Koba é o macaco do mal. Até suas expressões são demoníacas. Traiçoeiro e infiel aos macacos tenta assassinar Cesar e põe a culpa nos coitadinhos dos humanos. “Koba defende Koba” diz ele...
Koba foi o macaco disforme eleito pelo próprio líder Cesar como seu “braço direito” pela bravura que o macaco desenvolve nas lutas pela sobrevivência da raça. Um verdadeiro militar traiçoeiro de filmes parecido de tema.
Tem logicamente a família humana dos bonzinhos americanos e Cesar, o macaco americano.
Os efeitos especiais são impressionantes. Macacos têm os olhos humanos em corpos de primatas.
A franchising repete outras todas na mesma linha: cidades americanas arrasadas, domínio de zumbis, compartilhado com humanos ameaçados de serem extintos. Com um significado maior: a extinção do modo americano de viver. Livre, democrático, cristão e principalmente de iniciativa individual sobre o coletivo.
Todos os valores cristãos e capitalistas como conceito de propriedade e família são reafirmados como clausulas pétreas tanto de macacos como de humanos, ameaçados pela hegemonia do mal, praticado por Koba e sua cede de poder.
Macacos tem uma hierarquia clara, como assinala a película. O macaco líder Cesar – do primeiro filme – macacos que cavalgam sobre um cavalo e macacos que andam a pé, feito fuzileiros do exercito.
Humanos também têm. No remanescente mundo pós-apocalíptico, a organização humana se realiza como base central: a família e um líder da comunidade (prefeito).
A falta de nexo norte americana.
Por se tratar de um filme “holiudiano” financiado pelo capital daquelas corporações são necessariamente exibidos veículos automotivos e armas de fogo, altamente sofisticados, sem um fundo de sustentação por nenhuma indústria provavelmente existente, muito menos meios de se estabelecer comércio entre regiões próximas. O cenário social é descrito como total isolamento regional.
A ideia.
Reunindo todos esses ícones e índices cognitivos, posso pensar que além de um entretenimento cinematográfico há sempre a reafirmação do medo de mudanças sobre nossas vidas medíocres e a redução da ação dos promotores dessas mudanças que apesar de pensarem da mesma forma, mas pertencerem a uma cultura primitiva surgirá como via-de-regra um terrorista ditador que se insurgirá sobre os civilizados, católicos capitalistas.
A mesmice reafirmada a mais de cem anos pelo milenar cinema.
Criado, em princípio para divulgar os “feitos humanos”, assim foi feito a fotografia, antes a pintura e antes a escrita.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O Modelo Positivista No Brasil


O Modelo Positivista No Brasil
Alfredo Bosi, Dialética Da Colonização – 1992 – Companhia das Letras.
Alfredo Bosi em seu livro “Dialética Da Colonização” organiza o pensamento oligárquico do Brasil, no final do século XIX, inicio do XX em três correntes:
            “A primeira enformou o conservadorismo das oligarquias do Segundo Império assentada nos engenhos nordestinos e fluminenses e, a partir dos anos de 1840, no café Val paraibano.”
            “A segunda chamou-se novo liberalismo (em oposição à anterior que também se dizia liberal) e lutou dos anos de 1860 aos 80, pela abolição e pela reforma eleitoral. Nem sempre fez a escolha republicana, defendendo às vezes e pela voz de seus melhores homens, a monarquia parlamentar (Nabuco, Rebouças, o primeiro Rui Barbosa) (...) o liberalismo oficial patinou em soluções puramente formais (...)
            “Enfim, a terceira vertente, positivista, conheceu duas saídas que afinal convergiam: o radicalismo jacobino¹, que passou dos cadetes florianistas² aos tenentes dos anos 20; e o republicanismo gaucho, o castilhismo-borgismo³ (...)
Este último, segundo Bosi, não compartilhava do Lassiez faire defendido pelos “liberais” conservadores, basicamente encabeçado pelos coronéis do café.
O positivismo gaucho achava que o estado era a única forma de regular os conflitos de interesse da burguesia e do trabalho, resultando numa relação de mais estabilidade política. É desse manancial que surge Getulio Vargas e seus pares, assim como a formatação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) em 1943, “e que com poucas mudanças ainda rege as relações legais entre o capital e o trabalho” (Bosi 1992) até hoje.
Bosi revela que, ao contrario dos historiadores, o salário mínimo proposto pelos gaúchos não foi copiado da doutrina Fascista italiana, que nos termos da Carta Del Lavoro estabelece que o salário deva ser resultado “all’ acordo delle parti nei contratti colettivi”(Declaração XII) (Bosi 1992).
¹Os Jacobinos faziam parte de uma organização política, na revolução francesa...
²Florentistas, “seguidores” de Floriano Peixoto...
³Julio de Castilho e Borges de Medeiros, membros do PRR (Partido Republicano Rio-grandense)

domingo, 15 de junho de 2014


Há sim uma questão ideológica em discussão.
Estamos num mundo regido pela valoração da força de trabalho e a detenção dos meios de produção de um grupo pequeno de milionários que coordenam a miséria mundial em função de suas fortunas e seu poder. Como afirma o Professor Alysson Mascaro (2013), não há outra forma de troca, pelo assalariado, se não pela exploração da força do trabalho. Nem mesmo nos países dito comunistas. “Em modos de produção anteriores ao capitalismo não há uma separação estrutural entre aqueles que dominam economicamente e aqueles que dominam politicamente, de modo geral são as mesmas classes, grupos e indivíduo”.
Quando Alysson nos organiza o pensamento, entendemos que diferentemente, no capitalismo o grupo social detentora do poder econômico pode não estar representado diretamente no Estado, porém é sua sistêmica jurídica quem coordena e garantem a eterna hegemonia deste grupo.
É justamente essa razão ideológica que discutimos. Por esses motivos e a garantia de que essas crises cíclicas envolvendo capital e trabalho só acontecerão se houver um ambiente democrático, é que acredito que se possa estabelecer uma situação menos injusta entre as diferenças econômicas dos diferentes grupos.
Também podemos notar a semelhança entre a grandeza territorial Brasileira com a Estadunidense. Porém a organização social brasileira se difere fundamentalmente entre a razão “confederada” Estadunidense.
Portanto a burguesia poderosa economicamente, no Brasil, se vassala à época da colônia ao poder político/econômico da Corte Portuguesa que por sua vez sucumbi ao poder político/econômico inglês. Essa forma não muda quando “proclamamos a república”. Apenas trocamos da forma intermediária de avassalamento pela forma direta. Após o golpe que derrubou a família real portuguesa a oligarquia aqui formada torna-se submisso diretamente ao poder econômico central, agora não mais comandado pela Inglaterra e sim pelos EUA.
Agora, de forma contraditória, lemos verdadeiros tratados literários, afirmando que a situação econômica está pior que antes, quando eles mandavam, há 500 anos...
Não há equivoco em afirmar que um país continental como o Brasil com uma sociedade economicamente capaz e uma relação mais igualitária e socialmente justa, assusta qualquer “gerente de mercado” no mundo e qualquer detentor desses mercados. A pequena mudança alcançada nesse último decênio demonstra um poder de reação do mercado interno em relação ao domínio mundial, representada por essa elite “vira lata” que nunca trabalhou em condições igualitárias em relação ao enorme povo brasileiro, mas sempre garantiu seus status quo. Chamamos aqui de “um capitalismo sem riscos”. Garantidos pela instituição do Estado. Seja ele, o executivo, o legislativo ou o judiciário. Garantido, mesmo, pelos grupos que compõe a elite acadêmica.

Seria muita irresponsabilidade de minha parte aderir à grupos que pregam a inexistência de uma política séria de consequências positivas, já alcançada, no período Lula/Dilma/PT.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Não me procure onde eu não estarei.
Despreocupe-se, eu não serei.
Não me ajude a compreender, coisa que jamais saberei.

Aprendi a te amar te olhando...

domingo, 12 de janeiro de 2014

Conectei-me, por fim, ao mundo de conectar.
Finalmente renasço no mosaico bit-ntético
Do fundo poroso de litiolandia fosfática
Jardim fértil de informações precisas, fofocas relutantes e liberdades impertinentes
Afundo na sopa-de-letras...

E aí gente! Tudo bom?